Pesquisa de clima
Mede percepção e satisfação num momento. Diz como as pessoas se sentem, mas não diz por que esse sentimento se repete nem o que seria necessário para mudá-lo de verdade.
Você já mediou um conflito, resolveu a situação, e dois meses depois o mesmo problema voltou com outras pessoas. Isso não é azar. É a engrenagem relacional do time operando do mesmo jeito que sempre operou, produzindo os mesmos resultados, porque ninguém mapeou o que está por baixo.
É exatamente essa engrenagem que a Bússola Relacional MEDIALOGO foi construída para revelar. Uma metodologia própria, coautorada por Eliara Marinho Pontes Ramos e Maria Elena Rise de Camargo Vianna, que aplicam e assinam cada projeto em conjunto.
A comunicação que já deveria estar fluindo, mas parou em algum ponto da cadeia de decisão.
Os relacionamentos que sustentam a operação, antes que a tensão vire desgaste ou afastamento.
A forma como as pessoas trabalham juntas, de dentro para fora, não por decreto ou treinamento avulso.
A maioria das empresas já passou por pelo menos um dos dois. Às vezes pelos dois. E ainda assim os mesmos times continuam travando nas mesmas dinâmicas. Não porque os instrumentos são ruins, mas porque nenhum deles foi desenhado para responder a pergunta que está na raiz.
Mede percepção e satisfação num momento. Diz como as pessoas se sentem, mas não diz por que esse sentimento se repete nem o que seria necessário para mudá-lo de verdade.
Mede exposição a fatores que ameaçam a saúde mental. É essencial e, em muitos casos, obrigatório pela NR-1, mas descreve o sintoma visível, não o mecanismo que o produz.
Mede a capacidade relacional que está por baixo dos dois. O que faz, ou impede, que uma equipe se perceba, se ouça, colabore e se comprometa com algo maior que a própria tarefa.
A premissa é simples: o comportamento que qualquer gestor consegue observar no dia a dia, protagonismo, colaboração, comprometimento, não acontece por acaso. Ele é consequência direta de camadas mais profundas que raramente são mapeadas. A Bússola torna essa cadeia causal visível e, por isso, intervém onde a mudança de fato acontece.
Reconhecer os próprios recursos e responder de forma nova a situações conhecidas, em vez de reagir no automático.
Perceber o outro em suas diferenças e semelhanças, e assumir corresponsabilidade em vez de buscar culpados.
↓ sustenta ↓
Ter clareza do próprio papel dentro de um grupo, e de como esse papel se relaciona com os papéis dos outros.
Ouvir o outro até o fim, sem julgar enquanto ouve nem responder no automático.
↓ se manifesta em ↓
Iniciativa e autoconfiança para assumir escolhas e responsabilidades, em vez de esperar instrução o tempo todo.
Disponibilidade para contribuir numa rede de interdependência, sem depender de hierarquia para agir em conjunto.
Senso de pertencimento e motivação ligado ao propósito do trabalho, não apenas ao horário cumprido.
A Bússola Relacional não foi montada a partir de um framework de RH ou de tendências de mercado. Ela integra quatro tradições com décadas de validação clínica e organizacional: a teoria de papéis e espontaneidade de Jacob Moreno, base do psicodrama e uma das abordagens mais difundidas na formação de psicólogos organizacionais no Brasil; o pensamento sistêmico de Gregory Bateson, que substitui a busca por culpados pela leitura de corresponsabilidade numa rede de interdependência; a abordagem centrada na pessoa de Carl Rogers, de onde vêm a empatia e a escuta como capacidades treináveis e mensuráveis; e a psicologia organizacional contemporânea, que ancora tudo isso em comprometimento, clima e produtividade.
A combinação dessas quatro tradições numa metodologia única é o que torna a Bússola diferente de qualquer instrumento de prateleira. Ela foi coautorada por Eliara Marinho Pontes Ramos e Maria Elena Rise de Camargo Vianna, psicóloga organizacional e psicopedagoga respectivamente, ambas também terapeutas familiares e mediadoras de conflitos, que aplicam e assinam os resultados em conjunto em cada projeto.
Quando o conflito já é declarado, a intervenção precisa ser rápida e precisa. Atuamos diretamente com as pessoas envolvidas, com foco em reconstrução do diálogo e definição de novos acordos, não em apuração de culpa.
Aplicação da Bússola Relacional para mapear a engrenagem de um time, área ou camada de liderança, antes que o próximo conflito apareça. O diagnóstico mais útil é o que chega antes da crise.
A partir do mapa da Bússola, desenhamos planos de desenvolvimento direcionados às camadas que mais impactam os resultados de cada time, sem programa genérico, sem palestra motivacional.
A Bússola complementa o diagnóstico técnico de riscos psicossociais exigido pela NR-1, conectando o que ameaça a saúde mental ao que sustenta, ou não, a capacidade real de cada equipe de lidar com isso.
A fiscalização plena começa em 24/08/2026. Existe uma página específica com o cronograma regulatório, os pacotes e o formulário de contato técnico direto.
Porque a mediação resolveu o conflito declarado, mas a engrenagem que o produziu continuou operando. Dois meses depois, a mesma dinâmica se repetiu com outras pessoas ou outras situações. Isso não é falha da mediação. É o sinal de que o trabalho certo é um nível mais fundo, na capacidade relacional do time, não só no episódio.
Não, são complementares. A mediação intervém no conflito já declarado. A Bússola mapeia a engrenagem que o produz, o que ajuda a entender por que certos conflitos se repetem mesmo depois de mediados, e onde o desenvolvimento do time precisa chegar para quebrar esse ciclo.
Não. Pesquisa de clima mede como as pessoas se sentem num momento. A Bússola mede o que determina como elas se relacionam ao longo do tempo: a capacidade de se perceber, se ouvir, colaborar e se comprometer. Uma descreve o sintoma. A outra mapeia o mecanismo. As duas coexistem, mas respondem perguntas diferentes.
A aplicação em grupo é mais informativa a partir de equipes com pelo menos alguns colaboradores por subgrupo, pelo critério de sigilo. Para times pequenos ou lideranças individuais, a Bússola pode ser aplicada em formato de desenvolvimento individual. Entre em contato e descrevemos o formato mais adequado para o seu caso.
Coleta remota, sigilosa, respondida em poucos minutos. O retorno é um mapa interpretativo das três camadas, conectando os achados ao funcionamento real do time, não uma tabela de percentuais para arquivar. Cada projeto é conduzido e assinado diretamente pelas coautoras.
Eliara Marinho Pontes Ramos e Maria Elena Rise de Camargo Vianna, psicóloga organizacional e psicopedagoga respectivamente, ambas também terapeutas familiares e mediadoras de conflitos, coautoras da Bússola Relacional. As duas aplicam e assinam os resultados em conjunto em todos os projetos. Não terceirizamos a condução técnica.
Cada projeto é conduzido diretamente pelas coautoras, não por uma equipe de consultores júnior. Por isso trabalhamos com agenda limitada. Preencha o formulário e em até 72 horas uma das duas entra em contato pelo canal que você indicar.
Prefere e-mail direto? Escreva para medialogo@medialogo.com.br com seu nome, empresa e um resumo da situação.